Maria Lúcia

Maria Lúcia

 

Asa Norte, Brasília, março de 1997

 

Malu parecia que ia soltar fogo pelas ventas. Andava de um lado para o outro no quarto. Fazia um calor anormal em Brasília e ela, após muito remoer seus pensamentos sozinha no quarto, decidiu ir para a varanda, onde a casa era mais ventilada. De lá ela ficou olhando o meio da superquadra, pontuado de árvores espaçadas e algumas crianças que jogavam na quadra de futebol.

Dia de calor, naquela cidade perdida no meio do país. A visão das pessoas lá embaixo não a animou nem um pouco. Ela queria barulho, movimento, luz, que nem no Rio de Janeiro. Desde sempre ouvindo o som das buzinas na avenida Nossa Senhora de Copacabana, acostumada a ir à praia todos os dias, ao jeito xavequeiro dos meninos, aos ritmos, bailes, ao povo que sorri na rua. Não se conformava em viver naquele ilha no meio do Goiás.

Estava ali há dois meses e não tinha feito um amigo sequer. Até então, ninguém na escola tinha puxado papo com ela. Os meninos muito sérios, muito contidos, olhavam-na de olhos baixos e não esboçavam sequer um sorriso. Será que ela não chamava a atenção de ninguém? Não achavam-na bonita?

Ah, ela não entendia essa mudança repentina para Brasília. Violência há em todo lugar, não era motivo para mudar sua vida em mais de mil quilômetros. Seu pai, funcionário público de carreira, tinha batalhado muito para conseguir esta nova posição na Capital.

Malu pensava que esta cidade precisava de vibração, movimento. Tudo era monumental, distante da realidade: Palácios suntuosos cercados de áreas verdes gigantescas, fontes de água jorrando no meio de vazios, torres de aço perfurando o céu constantemente azul.

A solidão ali não era com vista para o mar, mas para aquele céu imóvel. Solidão de cemitério, de pesadelo, de plenitude. Malu pensava que era loucura inventar de criar uma cidade assim tão diferente. Coisa de homem, como seu pai. Só homens pra inventar uma cidade erguida do chão. Mulher quer proximidade, envolvimento, contato. Os homens que são assim, arredios. Por isso fizeram uma cidade de homem, mas deram a ela um nome de mulher: Brasília. Ela precisava sair, ver gente, sentir ar fresco, fugir desse marasmo, da solidão.

– Pra onde você vai, menina? – a Matilde, empregada já velha e com os dentes falhados perguntava.

– Ora, me deixe! – e saiu batendo a porta.

– Menina rebelde…

Malu apertou o botão do elevador. Esperou um tempo no corredor vazio e silencioso. Silêncio demais, ela odiava isso. Onde estava o barulho, as pessoas? Perdida nos seus pensamentos, nem percebeu que a porta se abria.

– Vai entrar? – era um rapaz que perguntava. Jeans e roupa preta, um cavanhaque horroroso cheio de falhas. Camisa de banda e piercing na orelha. Malu torceu o nariz.

Entrou no elevador.

– Como você aguenta viver aqui? Nesse marasmo todo? – perguntou, puxando papo.

Ele olhou-a de solsaio. Não respondeu. Ela odiava isso, essa mania que as pessoas dali tinham de ignorar a existência das outras quando achavam conveniente.

A porta abriu-se. Malu saiu pisando duro. Já o rapaz saiu calmamente, andou alguns passos, parou e acendeu um cigarro.

– Isso mata, você sabia?

Mais uma vez ele não respondeu nada. Continuou fumando calmamente. Andou alguns passos e sentou na calçada do bloco, olhando para as crianças que jogavam bola.

– Sabe o que é? – Ele disse isso sabendo que Malu o observava. Não havia nenhum sotaque em sua voz firme, de homem bem mais velho– Esse é um mal de vocês de fora, querer empurrar o lado de vocês para tudo. A gente só pode odiar o que não conhece se for por ignorância.

Malu teve uma vontade de ignorá-lo, mas não conseguiu:

– Quem é você pra falar de mim?

– Carioquinha, você fuma?

– Não, eu odeio cigarro.

– Hum…

– O que foi? Porquê esse “hum”? – A voz dela saiu com um misto de orgulho incontido e marra. Ele viu nela uma certa semelhança com o Romário. Uma questão de atitude. De que bairro ela seria? Pelo sotaque, Copacabana.

Ele apagou o resto do cigarro e guardou o toco num saquinho que tinha dobrado no bolso. O que mais a irritava era a calma dele. Gestos contidos, parecia tudo muito calculado. Ele respirou fundo e falou:

– Deixe-me dizer algumas coisas sobre você, carioquinha. Você acorda de manhã cedo, muitas vezes irritada, gasta vários minutos no banho arrumando este seu cabelo, passa batom, creme, se arruma toda. Depois disso come muito pouco no café da manhã, com medo de engordar. Muitas vezes nem come. Seus pais levam você para o colégio, provavelmente o Marista ou o Galois, e você morre de vergonha que alguém os veja. Vive achando que os outros têm de falar com você, pois você é de fora, é diferente e sabe muitas coisas interessantes sobre o mundo, coisas que não existem aqui e você viu e viveu. Nunca toma a iniciativa de você mesma falar com as pessoas. Sai dali no começo da tarde, sua mãe ou seu pai te pegam na porta do colégio, almoça uma saladinha e vai para a academia ou o curso de inglês. Depois disso tudo fica em casa tentando sintonizar uma rádio que toque samba e pagode e não acha nenhuma. Só rock e sertanejo. Passa o resto da tarde remoendo pequenas coisas, roendo as unhas e se lembrando da vida que você tinha lá no Rio de Janeiro. Por fim, chega a noite e você quer sair e não tem ninguém. Fica até alta madrugada conectada no MSN, querendo saber das amigas que você deixou, mas provavelmente elas saíram para uma festa interessante em algum lugar da Lapa ou em Ipanema e a última coisa que elas querem é entrar na internet para falar contigo. Por isso, você fica pensando que elas são más amigas, chora escondido antes de dormir, agarradinha com seu urso de pelúcia com nome engraçado e adormece com vontade de se matar. Seus dias são monótonos e tristes e você vive maldizendo as pessoas que te cercam, responsabilizando-as pela merda que é a sua vida.

Parou para ver a reação que as palavras tinham produzido. Malu estava prestes a estourar de raiva. Ele viu que tinha acertado senão tudo, pelo menos a maior parte.

– Quer um conselho, carioquinha? Se mate. Você é a única responsável pela sua tristeza. Ninguém tem de ficar aturando sua cara de cu o dia inteiro. Ela ia ficar muito mais interessante no seu funeral.

Doeu. A vontade que tinha era de arranhar o rosto dele até tirar sangue. Respondeu com fúria.

– Pare de me chamar de carioquinha.

– Ah, sim, esqueci deste detalhe. Seus pais te deram um nome desses que dá pra ter apelido. Então em vez de Tatiana, Daniela ou Luciana, todos te chamam de Tati, Dany ou Lulu. Você abomina que alguém te chame pelo seu nome de verdade.

– Eu não pedi os teus conselhos!

– É, pelo visto não é nenhum dos três. Talvez Juju ou Malu – ele viu que acertara – Malu, não é? Então, Malu, sabe porque as pessoas não falam com você? Porque à primeira olhada a gente não vê que, apesar de toda essa sua marra, você não passa pra ninguém absolutamente nada de interessante. Você é vazia, oca. Suas experiências foram todas de menina burguesa, que não conheceu nada de mundo. Você é mimada, orgulhosa, falsa. Eu só converso contigo por pena e por pensar que o que eu digo poderá te ajudar a ser alguém melhor com os outros. Desculpe a franqueza, mal de candango. Agora deixe-me ir, o sol vai se pôr.

Ele levantou-se. Ela tentou segurar o mais que pôde, mas as lágrimas rolaram abundantes. Não era mais raiva, era humilhação também. Que direito ele tinha de dizer essas coisas, de falar a verdade assim, sem nenhum limite ou controle?

– Por que vocês são assim?  – a voz saiu como um fio, em meio às lágrimas. Não tinha mais nenhum controle sobre seus olhos. Começou a chorar baixinho, entre soluços.

– Por que eu te machuco tanto? Foi você que começou. Falou que minha cidade era “um marasmo”, me julgou da cabeça aos pés só pela forma que eu me visto e implicou com meu cigarro, se metendo na minha vida. Você mereceu cada palavra. Não pense que eu tenho pena de ver você chorando. Pode chorar até ficar desidratada. Você faz isso porque quer, porque escolheu ficar com esses olhos de lágrimas, como se fosse dona de toda dor do mundo, olhando a vida da sacada de seu apartamento. Mas saiba que o mundo é muito grande, não cabe no seu umbigo, nem pode ser visto apenas com os olhos. O mundo, Malu, também tem de ser sentido com o tato, com o olfato, o paladar. O mundo é mundo por ser de todos os sentidos.

Ele continuou andando, vagarosamente. As pessoas passavam por Malu e a ignoravam. Ela sentiu abandono, solidão, desamparo. Já não queria mais esconder o choro. Como as pessoas dali podiam deixar que sua dor continuasse assim? Ninguém tinha coração? Ninguém ia parar pra perguntar o motivo das lágrimas, oferecer um colo, dizer uma palavra de carinho?

Verdade solta assim, na cara da gente, dói. Ninguém nunca tinha falado desse jeito com ela, nem seus pais. Um moleque de camiseta de banda tinha feito um estrago tremendo no coração dela. Apesar disso, ela não queria deixá-lo ir embora.

– Pra onde você vai?

– Andar.

– Me leva com você? – Fungou o nariz, segurando o choro. Tentava parecer mais forte do que era.

– …

– Por favor, não tenho pra onde ir.

– E por quê eu faria isso? Por quê eu me preocuparia com você?

– Porque estou pedindo. – Respirou fundo, contendo o choro de vez – Só quero companhia, nada mais.

Ele olhou para o tempo, depois para o céu de final de tarde. Deviam ser umas cinco e meia. Olhou para o rosto dela. Ainda não tinha parado para fazer isso. Olhos negros e grandes, agora vermelhos e inchados. Seria bonita se não exibisse essa marra toda.

– É, não ia dar mesmo, vai chover daqui a pouco…

– Como chover? – Malu não via uma nuvem cinza no céu. – Nesse céu claro?

– Vai por mim, vai chover. – Ele pensou um pouco, parecia se decidir – Quer saber? Venha comigo. Vou te mostrar uma coisa pra alegrar o seu dia. Mas prometa parar de chorar, senão não tem negócio.

Ele pegou-a pela mão. Voltaram ao prédio, subindo o elevador até o sexto (e último) andar. Tinha ali do lado uma pequena porta que dava para uma escada para o terraço. Malu ficou receosa em subir.

– Vem, mulher! Deixa de doce.

Ela subiu com ele. Quando finalmente olhou em volta, não pôde conter a admiração. Como tudo era lindo! Ela podia ver muito longe, todo o círculo do horizonte, parecia que a gente podia ver a curvatura do horizonte. Parou um bom tempo olhando a nordeste, onde reconheceu Congresso Nacional, branco e brilhante. Ele então mostou-a, a sudeste, a Torre de TV, negra e alta, riscando o céu.

– Olhe para lá. – Ele apontava para o leste, onde o lago Paranoá era visto em toda extensão, abraçando a cidade, acinzentado e tranqüilo. Atrás dele, viam-se colinas muito baixas, parecendo um mar verde, de ondas delicadas. Muito perto, ao norte, ela podia ver um parque, incrustado no meio da Asa Norte, coberto de árvores retorcidas do cerrado.

– Que lugar é esse?

– Não é o Jardim Botânico do Rio, mas já é alguma coisa. É o Parque Olhos d’água. É lá que nasce um dos principais afluentes do lago. É muito bonito. Vou muito lá, quando estou disposto. Ia hoje, mas não deu. Como disse, vai chover. Você ainda não conhecia?

– Não. Não deu tempo de andar muito, de conhecer quase nada.

E ele apontou para uma nuvem escura que se formava a leste que vinha muito rápida, tomando tudo. Era engraçado olhar longe e saber que lá já chovia. Podia até ver o clarão dos relâmpagos que cortavam o céu. No Rio a chuva avisava, vinha sempre do mesmo lado. Era o famoso Sudoeste.

– É, Malu, talvez você esteja com sorte. Acho que vai dar tempo de você ver.

– O quê?

– Isso. – o sol estava quase tocando o horizonte. Era possível ver uma grande variedade de cores, não só o vermelho e arroseado, muito comuns. Tons de amarelo, azul, até verde, podiam ser notados, uma paleta incrível de cores que tomavam o horizonte e enchiam tudo de cor. Era muito bonito aquele horizonte imenso, sendo coberto de cores pelo sol.

– Nossa, me lembra o Arpoador – Malu não conseguiu disfarçar um pouco de saudade na voz.

– É, o Arpoador é bonito sim, eu gosto do sol se pondo nos Dois Irmãos. Mas sei lá, gosto de terra. Do por do sol na Chapada dos Veadeiros, dele desaparecendo no meio das árvores em Manaus.

– Você parece ter viajado muito!

– Como disse, para conhecer o mundo, é preciso entrar nele, experimentá-lo. Não se vê o mundo do computador. Mas deixe-me falar porque eu acho esse o melhor pôr-do-sol de todos. – eles se sentaram sobre um banco de madeira que parecia ter sido colocado lá só para isso. – olhe para os outros prédios – ela viu e, em alguns deles, outras pessoas faziam a mesma coisa, olhando o sol indo embora – No Arpoador umas cem, no máximo duzentas pessoas podem ver isso por dia. Aqui não. Todo mundo na cidade pode subir nos seus prédios e ver o sol se despedindo. Como todos eles são do mesmo tamanho e baixos, basta subir até aqui e olhar. Não vai ter nenhum prédio mais alto atrapalhando a vista.

– É, mas é preciso morar aqui, em Brasília, para ver isso.

– Ao contrário do Rio, o céu é de todos. Nas satélites também se respeita o gabarito. Não é só o dono da cobertura em Ipanema que pode ver o sol se despedir. Todos podem. É só querer olhar. É só esquecer a realidade e viver o sonho, por alguns instantes. E, às vezes, a gente pode ver isso ali. – e ele pediu para que ela olhasse para trás.

Era um arco-íris enorme. Ela podia ver exatamente onde ele começava e  terminava, muito nítido e forte. A grande nuvem ia se aproximando e ela sentia aquele cheiro gostoso de chuva, de terra que vai se molhando. Como ela nunca tinha parado pra ver isto? Já estava lá há tanto tempo e nem tinha visto o pôr-do-sol de Brasília que ela já tinha ouvido falar.

Eles ficaram em silêncio, olhando tudo aquilo. Malu estava maravilhada com tanta beleza e também com aquele rapaz misterioso que podia ser tão rude e tão delicado. Como este menino sabia tantas coisas sobre o mundo? Falava com tanta certeza, segurança, bem diferente de qualquer pessoa que ela tivesse conhecido.

– É Maria Luíza?

– Maria Lúcia.

– Maria Lúcia! Ah, que pena…

– Por quê pena?

– Meu nome não é João de Santo Cristo…

Eles dois riram.

– Sou Lucas. Irmão mais novo de Mateus e Marcos.

Riram mais uma vez. Ela reparou no sorriso dele, bonito, de dentes muito brancos e tortos.

– Se fosse o quarto filho, talvez me chamasse João…

Ela não riu mais. Procurou os olhos dele, tentando decifrá-los, entender um pouco seus mistérios. De certo modo, também queria retribuir a “gentileza” e falar tudo da vida dele, mas não tinha esse dom.

Lucas. Soava bem, mas não combinava nem um pouco com ele.  Ele não era bonito, mas se portava de um jeito tão atraente, mas natural. Não via vaidade ou soberba no seu semblante. Os movimentos contidos, calculados, cronometrados, eram como parte de uma dança, de um ritmo individual que a cativava. E ela se sentia insegura, vulnerável. Não conseguia também disfarçar seu desejo.

Caíram as primeiras gotas de chuva e eles se levantaram rápido. Ela queria ficar, não queria acabar assim, voltar pra solidão. Tomou-o pela mão, sentindo um arrepio.

– Eu gosto de banho de chuva…

– De banho eu até gosto. Ruim é gripe. Ficar gripado é um saco… Preciso mesmo ir, moro longe, além das colinas verdejantes. – disse isso rindo. Apreciava a piada.

– Você não mora aqui no prédio?

– Não, moro longe. Ceilândia.

– E quando nos vemos de novo? – a separação doía. Qual era o problema dele? Porque não ficar mais um pouco? Será que ele também não sentia aquele momento?

– A gente se encontra, güapa. Dizem que Brasília é um ovo de codorna, as pessoas sempre estão se vendo. Quem sabe a gente se esbarra um dia desses? – ia sumindo atrás da porta, quando voltou – Ah, sim! Vou te chamar de Maria Lúcia, é muito mais bonito e combina com você.

E se foi. Quando Maria Lúcia decidiu segui-lo, era muito tarde pois ele já descia no elevador. Só restou voltar a seu apartamento, onde ainda pôde vê-lo correr na chuva, na direção da parada de ônibus.

Vendo-a olhar pela janela, a empregada Matilde ficou olhando para Malu, admirada.

– Que foi, Matilde?

– Tava só olhando.

– Olhando o quê?

– A chuva batendo nas janelas, que nem lágrima escorrendo. Chuva é bom, dona Malu, chuva lava a alma. É que nem chorar de verdade, faz bem, faz a gente ficar mais forte. Quando a gente chora com o coração, tudo fica mais leve, melhor.

E nem ela, nem Maria Lúcia tocaram mais no assunto. E nessa noite a menina carioca dormiu sossegada, como se as palavras do rapaz tivessem tirado toda a angústia e solidão do seu peito. Se era pra morar ali, ela tentaria ser feliz e olhar o mundo com os seus sentidos, com os seus sonhos. Menina sonhando numa cidade com nome de mulher.

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3 Respostas to “Maria Lúcia”

  1. poetamatematico Says:

    Olha só, povo que lê o blog…

    Sei que essa história ficou enorme, mas queria explicar o motivo de não cortar. Eu queria dar a ela uma unidade cênica, não queia que vocês tivessem uma má impressão do Lucas. Certamente, ele é um cara meio direto no que diz, mas essa franqueza é um traço indispensável de sua personalidade para o resto da história…

    Eu gostaria muito, muito, muito mesmo que vcs falassem o que acharam da Maria Lúcia. Eu a pensei como uma personagem muito especial que dará novos rumos para a história. Porém, eu penso em fazer uma transformação nela a partir de um certo momento. Por isso, gostaria de saber quais foram as impresões de vcs dela..

    Ah, sim, gostaria de saber tb se deu vontade de conhecer minha cidade depois disso…

    Espero que sim

    Desculpe a compridez mais uma vez…

    tentarei melhorar

    Abraços

  2. Marília Says:

    “Maria Lúcia era uma menina linda e o coração dele pra ela o Santo Cristo prometeu…”

    O título já me remeteu a essa parte da música. Sabendo de sua cidade, seria impossível não associar com a música.

    Gostei dela. Gostei dela com o Lucas. Gostei do Lucas.

    E sim, eu já vi o pôr-do-sol em Brasília. E é maravilhoso!

  3. ana p. Says:

    Ah, querido, acho que já discuti bastante com você a respeito desse texto. Siim, é óbvio que quando eu li, me deu uma puta vontade de conhecer sua cidade, falta só vc me convidar.

    E o restante continuo preferindo discutir contigo por email! Amo tu, tatu.

    BejuTchau!

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